Anteontem, quarta-feira, o prefeito de Resende, José Rechuan amanheceu com uma notícia indigesta: seus bens foram bloqueados, por determinação da Justiça. Segundo as informações obtidas pelo DIÁRIO DO VALE (www.diariodovale.uol.com.br), através do site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, a desembargadora relatora da ação foi quem decretou a indisponibilidade dos bens do chefe do Executivo. De acordo com a medida, foi considerada ilegal a contratação de transportes escolares pela prefeitura, que teria sido realizada sem licitação. A decisão lembra que o órgão, por meio de inspeção nos contratos, optou pela condenação de Rechuan, obrigando-o a devolver R$ 1,4 milhão aos cofres públicos. (NR. Seria sonho ou pesadelo que, numa dessas nossas noites de outono, essas inspeções chegassem a Mangaratiba?)
Matéria: Professor lauro
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