Qual o motivo dessa abordagem aqui no blog? Acontece que, desde o dia oito de outubro, tornaram-se cada vez mais insistentes conversas sobre como foram feitas transferências irregulares de eleitores. O mecanismo mais escandaloso, ao que parece, foi o das contas de luz para comprovar residência no município. O que se diz é que, em inúmeras delas, o nome do morador foi apagado e colocado em seu lugar outro nome. Depois, tirando-se uma cópia Xerox do “novo documento” de comprovação de residência, a transferência foi consumada. Tudo se encaixa no processo do “iter criminis”. Alguém pensou, cogitou, preparou e executou o crime. Esse crime interferiu no processo eleitoral de Mangaratiba. Sendo identificados os autores e beneficiários, eles ainda responderão por mais dois crimes, além do de falsificação de documento: crime eleitoral, e crime de formação de quadrilha. Corre, nos bastidores, que as investigações estão em curso.

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