Considerando que “ser humano” se define pelo fato de sermos racionais, dotados de vontade livre, de capacidade para a comunicação, nossa cultura e sociedade nos definem como sujeitos do conhecimento e da ação e considera como violência tudo aquilo que reduz um sujeito à condição de objeto. Do ponto de vista ético, somos pessoas e não podemos ser tratados como coisas. O paradoxo é que, na natureza, também somos a única espécie que mata os de sua própria espécie. Leões brigam, tigres brigam, ursos brigam, cachorros brigam. Entretanto, nenhum deles leva a briga ao limite máximo de provocar a morte do adversário. Sendo assim, onde estamos errando? Provavelmente na educação, no afrouxamento dos valores éticos, na banalização da violência, hoje corriqueira em videogames e ultimate fighters. È preciso, necessário, urgente, que cada um de nós se engaje na recuperação do principal valor da existência, a vida.
Matéria: Professor lauro
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