quinta-feira, 14 de junho de 2012

Devastação

Acontecimentos, como o desse último domingo que culminou com a morte de um jovem de Itacuruçá, nos levam a meditar sobre muita coisa. Evidentemente, nosso primeiro pensamento se volta para a família da vítima, destruída, destroçada, perdida em infinitos “e se”. E se ele não tivesse ido á festa? E se a namorada chegasse mais cedo? Do outro lado, o ato impensado também atinge violentamente a família do autor (ou autores) do crime. São situações antagônicas, emocionais, difíceis de pensar a respeito sem que tomemos partido. Todavia, uma certeza se sobressai: as duas famílias (tanto da vítima quanto dos autores) nunca mais serão as mesmas e nós todos, como seres humanos, também estaremos menores.

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