sexta-feira, 5 de julho de 2013

A propósito

Não é preciso ser médico para constatar o tamanho da barbeiragem da Dra. Maria Nolasco. Pelo relato da família, Renata entrou em trabalho de parto já sangrando. Uma consulta simples na internet à procura de causas de sangramento na segunda metade da gravidez dá como resultado: “para casos de rotura de vasa prévia, rotura uterina, rotura de seio marginal, placenta circunvalada são condições que requerem hospitalização imediata. O obstetra deve ser prontamente comunicado do sangramento, posto quepode representar ameaça para a saúde da mulher ou do feto.”Todos os relatos divulgados apontam que a paciente começou a ter sangramento horas antes de a Dra Nolasco se“dignar” a ir examiná-la, apesar de ter sido alertada, desesperadamente, pela mãe da parturiente e não “momentos depois”, como consta da nota de esclarecimento da prefeitura.. 

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