sábado, 13 de abril de 2013

Manobra jurídica


Alguém, conhecedor das “chicanas” jurídicas, assegura que a intenção dos advogados do prefeito Luciano Mota, ao pedirem a exclusão do seu testemunho e comparecimento à audiência da última quinta-feira porque seria “constrangedor”, afirma que a jogada tem outro objetivo.  Primeiro, o réu formaliza a sua ausência em uma futura sessão, alegando constrangimento, e imediatamente seu Advogado entra com um recurso requerendo uma“Tutela antecipada Inaudita Altera Pars”, com o propósito de postergar o processo, questionando a validade de uma decisão na sessão em que o réu não compareceu. A manobra não deve vingar, no entanto, porque não houve qualquer decisão na audiência, apenas oitiva de testemunhas.

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