Ele não precisa de votos, nem de vender CD’s ou anunciar shows. Não
precisa aparecer. Sempre fez questão de dizer quem são os autores
(anônimos) das músicas que canta e que se tornaram sucesso. Como diz a
primeira postagem desta sexta-feira, “de repente, não mais que de repente”, eis
que lá está ele, às seis da manhã, montado num quadricículo, socorrendo
as vítimas das chuvas da região onde morou e mantém um sítio. Muito
mais do que aquele que diz “esse cara sou eu”, esse sim, é “o cara”.
Parabéns ao Zeca Pagodinho.

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