Como aqueles estudantes que fogem dos professores mais severos, os advogados dos condenados no mensalão entraram com petição na terça-feira pedindo que o plenário do Supremo Tribunal Federal decidisse sobre a possibilidade de prisão imediata dos condenados ou se só após o chamado “trânsito em julgado”. O motivo da urgência é que, a partir de ontem o tribunal entrou em recesso, só voltando a se reunir em fevereiro. Se, nesses quarenta dias o procurador geral da república apresentar a solicitação, a questão ficará submetida ao crivo monocrático do presidente, ministro Joaquim Barbosa. Nos corredores do tribunal todos acreditam que a fórmula, com o atual presidente, é “pediu prisão – conseguiu.”
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