Em fins de maio publicamos: “De acordo com a avaliação de um antigo e competente empreiteiro de Itacuruçá, a reforma da casa na Brasilinha que irá abrigar o programa da terceira Idade, não vai custar menos do que quinze mil reais, sem contar mão-de-obra que, no caso, é feita pelo pessoal da prefeitura”. Segundo o ex-subprefeito Nicolau, a primeira empresa a apresentar proposta cobraria da prefeitura, pela reforma, R$ 150.000,00 (não tem zero a mais ali não. É cento e cinquenta mil reais mesmo). Ainda segundo ele, ao não aceitar a proposta, conseguiram fazer o serviço pela “bagatela” de sessenta mil reais. Um terço do valor inicial. Todavia, quem fez a reforma ainda não recebeu o que gastou pelo serviço prestado. (vide “a propósito II” logo abaixo)

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