Aconselha um experiente político da região que cada candidato, ele mesmo, cuide com atenção dessa “papelada” da campanha e também fique atento aos prazos fatais da Justiça Eleitoral. Segundo ele, de nada adianta o candidato conseguir mil ou dois mil votos e, lá adiante, ter suas contas de campanha rejeitadas. Acontecendo isso, não adianta chorar, “ganha, mas não leva”.
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