O grande erro, dos nossos últimos gestores municipais da área do turismo, tem sido o de se considerarem “mais realistas que o rei”. Nunca dão ouvidos às demandas da população; não consideram as necessidades dos comerciantes e empresas do ramo; não projetam planos estratégicos para o futuro. Nesse início de século XXI, o turismo é considerado uma das “indústrias” mais rentáveis em todo o mundo. Existem, no âmbito do governo federal, no Ministério do Turismo, linhas de financiamento de projetos turísticos que, pelo que se sabe, nunca foram utilizadas para apoiar qualquer ação por aqui. O fato é que não dá, apenas, para contar com nossas belezas naturais, nem com o improviso. Receber turistas, acolhê-los, agradá-los e fazer com que gastem é tarefa que merece planejamento cuidadoso e, principalmente, que levem em conta, seriamente, o que pensam as pessoas que vivem (e sobrevivem) na chamada “cadeia produtiva do turismo”. Para aqueles que quiserem ter uma verdadeira “aula” a respeito, basta tirar um tempinho para conversar com o “Bigode”, aquele mesmo que vende camisetas, cangas e outros apetrechos numa barraca na praça da igreja.
Matéria: Professor lauro
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