“Pelo que ouvi na cidade ontem, que se a festa estivesse com um policiamento normal de evento, o fato não aconteceria. Escutei que o acontecido já era previsto, não premeditado, mas previsto pelo enfrentamento que existia entre os dois. Não podiam se encontrar que o pau quebrava”.
“Perguntei a um amigo policial de Itacuruçá onde vocês estavam naquele momento? Ele me respondeu: eu estava em casa que não era meu dia de serviço, mas a viatura de plantão desse dia estava parada em frente ao Portobelo, pois o governador estava por lá”.
“No ano passado houve o assassinato de um rapaz e nada fizeram. O pai de uma garota matou o rapaz a pedradas, porque ele estava namorando sua filha. Foi na linha férrea, próximo à estação. Ele foi preso?”
“Eventos, tais como: – “Invasão de praia”, “Festa da rua João menino”, e outros similares, nos quais a família não participa e o cidadão de bem é afugentado são caóticos, inoportunos, desastrosos, tendo em vista: ausência de policiamento ou segurança; barulho ou ruído excessivo até alta madrugada substituindo a música de qualidade; desaparecimento das tradições culturais regionais.”
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