domingo, 24 de fevereiro de 2013
Das Dondokas Acessórios - Itacuruçá
DAS DONDOKAS Acessórios
Avenida Santana, 346 Loja B - Itacuruçá
Tel.:(21) 9626-1973 Eliane // 7822-0444 Luciana // ID 23*17162
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A batalha ainda não acabou...
MANGARATIBA, RJ, BRASIL Durante quatro anos, o nosso barco a Schooner Lord Jim foi mantido refém no estaleiro RENAMAN / Sapeca e, assim, temos sido reféns também.Queremos que a nossa propriedade de volta e querem voltar ao nosso país. É ESTE pedir muito? Um ano atrás, o tribunal emitiu uma sentença totalmente e de forma inequívoca a nosso favor encomendar o estaleiro para reparar os danos causados ao nosso barco e lançá-lo dentro de um prazo especificado. A ordem para este julgamento foi servido em 14 de fevereiro de 2012 para o RENAMAN Estaleiro / Sapeca. Esta situação desprezível é uma vergonha para a comunidade de Mangaratiba, que na verdade é uma vergonha para o Brasil. Muitas pessoas ao redor do mundo estão assistindo, eles sabem que temos sido ameaçados, atacados ...
Para pensar
A estudante carioca Clarice Viana, da UFRJ, venceu um concurso de redação promovido pela Unesco, concorrendo com mais de cinquenta mil participantes de vários países escrevendo sobre o tema “Como vencer a pobreza e desigualdade”. Abaixo o texto da estudante:
‘PÁTRIA MADRASTA VIL’
Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência. Exagero de escassez. Contraditórios? Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL. Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade. O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada – e friamente sistematizada – de contradições. Há quem diga que ‘dos filhos deste solo és mãe gentil’, mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil, está mais para madrasta vil. A minha mãe não ‘tapa o sol com a peneira’. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica. E, mesmo há 200 anos, não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade.
Uma segue a outra. Sem nenhuma contradição! É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem! A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar. E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão. Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta – tão confortavelmente situadas na pirâmide social – terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa). Mas estão elas preparadas para isso? Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.
Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um homem que não se posiciona? Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo. Cada um por todos. Algumas perguntas, quando autoindagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente, ou como bicho?
Uma segue a outra. Sem nenhuma contradição! É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem! A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar. E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão. Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta – tão confortavelmente situadas na pirâmide social – terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa). Mas estão elas preparadas para isso? Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.
Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um homem que não se posiciona? Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo. Cada um por todos. Algumas perguntas, quando autoindagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente, ou como bicho?
A Blogueira cubana
Penso que a selvageria desses paus-mandados do PT e dos cubanos fizeram mais por Yoani do que qualquer campanha de marketing poderia fazer. Antes, para mim, ela era apenas uma moça corajosa que enviava mensagens a partir de Cuba. Depois de tudo que eu vi aqui passei a considerá-la uma heroína. Creio que o mundo inteiro passará a prestar mais atenção a ela. Essa moça deve ter algo muito especial para incomodar tanto a essas pessoas. Fizeram tanto esforço para atingi-la e só conseguiram aumentar o seu prestigio. Pobres diabos é o que são. (Antonio Marques de Rezende Filho, comentário no blog do Noblat).
Notas
- Algumas fórmulas brasileiras de enganar o povo já estão sendo exportadas. Para qualquer observador, está claro que o noticiário oriundo da Venezuela não diz a verdade a respeito do estado de saúde do presidente Hugo Chaves. O fato é que ele voltou de Cuba para morrer em seu país. Seus seguidores e acólitos tentam passar imagem de que ele continua no comando.
- Interessante observar que passados cerca de cento e setenta dias das eleições e menos de sessenta dias do novo governo, os que mais reclamam da atual administração municipal são justamente os que escolheram votar no prefeito eleito.
- Você sabia que em uma lata de 350 ml de Coca-cola há uma imensa quantidade de sal equivalente a 50mg de sódio e mais 39 gramas de açúcar? Isso significa que em cada lata há três colheres de sopa, cheias, de açúcar.
- O Instituto Boto Cinza, que realiza pesquisa e educação ambiental ao longo de todo ano na Baía de Sepetiba, está convidando voluntários interessados em trabalhar e aprofundar seus conhecimentos na área de cetáceos, em especial na preservação do boto-cinza. São oferecidas 6 vagas: quatro para área de biologia, gestão ambiental, oceanografia, pedagogia e áreas afins e duas para área de medicina veterinária.
Leituras de domingo
Frase do dia
“Tem dias que a gente se sente, como quem partiu ou morreu. A gente estancou, de repente, ou foi o mundo então que cresceu.” (Roda viva – Chico Buarque)
www.itacrio.wordpress.com
sábado, 23 de fevereiro de 2013
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